Depois de caminhar sobre as formações de estromatólitos da Fazenda Arrecife, nossa compreensão sobre este assunto com certeza aumentou. Foi possível diferenciar estromatólito colunar do lamelar e, entender como ocorre o surgimento das formações de estromatólitos a partir da formação alternada de camadas de material orgânico e inorgânico. No fim de nossa visita tiramos uma foto de todo o grupo reunido, hábito que já é costume naquele local.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Fazenda Arrecife
Depois de caminhar sobre as formações de estromatólitos da Fazenda Arrecife, nossa compreensão sobre este assunto com certeza aumentou. Foi possível diferenciar estromatólito colunar do lamelar e, entender como ocorre o surgimento das formações de estromatólitos a partir da formação alternada de camadas de material orgânico e inorgânico. No fim de nossa visita tiramos uma foto de todo o grupo reunido, hábito que já é costume naquele local.
Salão de fósseis
Cachoeira do Ferro Doido
De início a cor da água e o nome do rio são aspectos que despertam curiosidade. A rocha esculpida pela água do rio torna suas paredes uma obra de arte, no entanto, nada é mais encantador do que a queda d’água que forma a cachoeira do ferro doido. Vale ressaltar também a deslumbrante vegetação do local. Aqui aproveitamos para tirar muitas fotos, pois a paisagem pedia.
Gruta dos brejões
Antes de chegarmos na Gruta dos Brejões caminhamos um pouco atravessamos um povoado e enfim avistamos ao longe a monumental gruta que, se mostrava cada vez mais magnífica pelo seu tamanho e beleza. Ainda na entrada encontramos uma pedra que é usada como altar onde muitos depositam sua fé, nesse local nos reunimos para que as instruções sobre como se com porta dentro da gruta fossem passadas. Lá dentro vimos estalactites estalagmites um lago, onde um de nossos colegas caiu dento, e a tração principal, o bolo de noiva. Um dos momentos mais interessantes foi quando todas as lanternas foram desligadas para que sentíssemos verdadeiramente com é estar dentro de uma gruta.
Pintura rupestre
Cidade de ventura


Foi aqui que, como de costume realizamos o amigo ecológico. Momento importante para esquecermos as diferenças e nos confraternizamos como forma de fechar com chave de ouro a nossa expedição á Morro do Chapéu. Ouvimos de um nativo um pouco da história da cidade e isso também nos fez remeter nossa mente ao passado e imaginarmos os “tempos de ouro” daquela cidade.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Técnicas de coleta em paleontologia
Metodologia:
São inúmeros os procedimentos, tanto para encontrar como para retirar o fóssil da rocha ou sedimento. As técnicas vão variar dependendo do objetivo do pesquisador, do tempo disponível, do local e da natureza do sedimento. O pesquisador, antes de ir ao campo e após definir os locais os de prospecção, deverá realizar uma vasta revisão bibliográfica e analise de mapas, obtendo o Maximo de informação possível a respeito da geologia local e dos fosseis já encontrados na região. Ele deverá extrair o maior numero possível de informações sobre a geologia da área em estudo, esboçando um perfil do afloramento em questão e uma descrição do sedimento ou rocha sedimentar da localidade fossilífera.
Objetivo:
O objetivo de se coletar fosseis, esta baseado em se conhecer como eram os organismos do passado, como viviam, como interagiam com o meio, como evoluiu a vida ao longo do tempo. Também, para perceber como estes se formaram e como podem ser usados para a datação relativa dos estratos rochosos em que ocorrem.
Prospecção:
O posicionamento preciso do local de prospecção permite aos pesquisadores retornarem exatamente ao local descrito, além de contribuir para a confecção de mapas geológicos e estudos de correlação estratigráficas. Para isso, uma boa descrição das localidades incluindo nomes de municípios, fazendas, estradas, quilometragens, pontos de referencia e uso do GPS tornam-se fundamentais.
Preparação:
Os primeiros passos da preparação mecânica consistem na visualização e analise completa do material a ser preparado, onde deverá ser observado o tipo de fossilização, tipo de rocha matriz que envolve o fóssil e o estado de preservação do material. Tal procedimento permite ao preparador, estabelecer as técnicas a serem adotadas.
Após analise e triagem, é de fundamental importância o registro de todo material em preparação, através de fotografias e desenhos esquemáticos mostrando-se o posicionamento do fóssil na rocha. Este procedimento devera ser realizado em todas as etapas da preparação, permitindo ao pesquisador conhecer o estado original do fóssil. Ao se iniciar a preparação de um fóssil é necessária a acomodação do bloco de rocha em uma base estável, impedindo que o mesmo se desloque ou se quebre durante a manipulação. Para isso são utilizados matérias como ceras, resinas, borrachas e gesso, porem o uso do travesseiro de areia é o método mais simples e versátil nos trabalhos de preparação. Sempre que possível deve-se utilizar na bancada de preparação uma lente de aumento montada em um suporte de tamanho regulável. Ao final da preparação o fóssil devera estar livre de sedimentos e resistente a ponto de serem manuseados, estudados e acondicionados em relação cientificas.
Instrumentos:
O paleontólogo emprega uma vasta variedade de equipamentos que envolvem desde um simples canivete a um sofisticado aparelho de ultrasom.
O primeiro equipamento e de fundamental importância esta relacionado com a segurança do preparador. Os óculos de proteção contra pequenas lascas de rochas e luvas devem ser usados tanto no campo quanto no laboratório. Ao se trabalhar com brocas ou discos abrasivos que produzem poeiras é imprescindível a utilização de uma máscara, pois a maioria das rochas contém sílica, que aspirada com freqüência pode causar danos irreparáveis á saúde.
Os cinzéis, mais conhecidos como talhadeiras ou ponteiras, são utilizados com martelos ou marretas para fraturar a rocha matriz. Para limpeza do sedimento acumulado durante a preparação é comum a utilização de trinchas, pinceis de pelo ou seda de tamanho variado, escovas de nylon e bulbos de borracha para soprar. Instrumentos odontológicos, estiletes e pinças são indispensáveis de grande valia na preparação. Quanto aos aparelhos de rotação, existem dois modelos: os elétricos e os de ar-comprimido. Os motores elétricos são consideravelmente mais baratos e de bom desempenho, os de rotação a ar-comprimido são de excelente desempenho, não produzido vibrações, sendo portanto, os mais indicados principalmente para trabalhos delicados.

FONTE: ikessauro.blogspot.com
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FONTE:ikessauro.blogspot.com
São inúmeros os procedimentos, tanto para encontrar como para retirar o fóssil da rocha ou sedimento. As técnicas vão variar dependendo do objetivo do pesquisador, do tempo disponível, do local e da natureza do sedimento. O pesquisador, antes de ir ao campo e após definir os locais os de prospecção, deverá realizar uma vasta revisão bibliográfica e analise de mapas, obtendo o Maximo de informação possível a respeito da geologia local e dos fosseis já encontrados na região. Ele deverá extrair o maior numero possível de informações sobre a geologia da área em estudo, esboçando um perfil do afloramento em questão e uma descrição do sedimento ou rocha sedimentar da localidade fossilífera.
Objetivo:
O objetivo de se coletar fosseis, esta baseado em se conhecer como eram os organismos do passado, como viviam, como interagiam com o meio, como evoluiu a vida ao longo do tempo. Também, para perceber como estes se formaram e como podem ser usados para a datação relativa dos estratos rochosos em que ocorrem.
Prospecção:
O posicionamento preciso do local de prospecção permite aos pesquisadores retornarem exatamente ao local descrito, além de contribuir para a confecção de mapas geológicos e estudos de correlação estratigráficas. Para isso, uma boa descrição das localidades incluindo nomes de municípios, fazendas, estradas, quilometragens, pontos de referencia e uso do GPS tornam-se fundamentais.
Preparação:
Os primeiros passos da preparação mecânica consistem na visualização e analise completa do material a ser preparado, onde deverá ser observado o tipo de fossilização, tipo de rocha matriz que envolve o fóssil e o estado de preservação do material. Tal procedimento permite ao preparador, estabelecer as técnicas a serem adotadas.
Após analise e triagem, é de fundamental importância o registro de todo material em preparação, através de fotografias e desenhos esquemáticos mostrando-se o posicionamento do fóssil na rocha. Este procedimento devera ser realizado em todas as etapas da preparação, permitindo ao pesquisador conhecer o estado original do fóssil. Ao se iniciar a preparação de um fóssil é necessária a acomodação do bloco de rocha em uma base estável, impedindo que o mesmo se desloque ou se quebre durante a manipulação. Para isso são utilizados matérias como ceras, resinas, borrachas e gesso, porem o uso do travesseiro de areia é o método mais simples e versátil nos trabalhos de preparação. Sempre que possível deve-se utilizar na bancada de preparação uma lente de aumento montada em um suporte de tamanho regulável. Ao final da preparação o fóssil devera estar livre de sedimentos e resistente a ponto de serem manuseados, estudados e acondicionados em relação cientificas.
Instrumentos:
O paleontólogo emprega uma vasta variedade de equipamentos que envolvem desde um simples canivete a um sofisticado aparelho de ultrasom.
O primeiro equipamento e de fundamental importância esta relacionado com a segurança do preparador. Os óculos de proteção contra pequenas lascas de rochas e luvas devem ser usados tanto no campo quanto no laboratório. Ao se trabalhar com brocas ou discos abrasivos que produzem poeiras é imprescindível a utilização de uma máscara, pois a maioria das rochas contém sílica, que aspirada com freqüência pode causar danos irreparáveis á saúde.
Os cinzéis, mais conhecidos como talhadeiras ou ponteiras, são utilizados com martelos ou marretas para fraturar a rocha matriz. Para limpeza do sedimento acumulado durante a preparação é comum a utilização de trinchas, pinceis de pelo ou seda de tamanho variado, escovas de nylon e bulbos de borracha para soprar. Instrumentos odontológicos, estiletes e pinças são indispensáveis de grande valia na preparação. Quanto aos aparelhos de rotação, existem dois modelos: os elétricos e os de ar-comprimido. Os motores elétricos são consideravelmente mais baratos e de bom desempenho, os de rotação a ar-comprimido são de excelente desempenho, não produzido vibrações, sendo portanto, os mais indicados principalmente para trabalhos delicados.

FONTE: ikessauro.blogspot.com
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